Alguns desses textos eu amassei e joguei fora, outros eu deletei do computador e alguns estão aqui porque gosto do comecinho, mas não consigo imaginar um final e muito menos um desenvolvimento. Entende agora quando digo que eles são uma metáfora do nosso sentimento? Teve aquele começo bom, cheio de borboletas no estômago e quase foi para frente. Você quase sentiu o que eu sentia, não é? Ah vai, confessa que você chegou perto!
Aí a criatividade foi embora. Deu crise, a gente se perdeu, as borboletas voaram, as palavras sumiram. O calor que eu sentia ao te ver virou aquele frio cortante. Eu ainda tentei escrever mais algumas linhas. Tentei colocar um adverbo aqui, um sujeito composto ali. Mas não adiantou. É que não temos meio, nem conclusão. Não temos nada, nem um mero título.
Foi numa dessas tentativas que eu percebi que o nosso quebra-cabeça sempre deu errado porque você não era a peça certa para mim. Então eu peguei as nossas linhas de introdução e joguei fora. Isso aí cara, joguei tudo no lixo, cada palavra grudada no papel. Deu uma dorzinha no coração, aquela que todo escritor sente ao ver uma história se frustrando, mas passou. Afinal, há sempre novas histórias e uma delas algum dia se completa sem forçar a barra, sem todo aquele stress. Assim, naturalmente.
Feliz dia do escritor pra todos que escrevem, seja em caderninhos, blog ou livros ne? hehehe Olha só, consegui escrever algo depois de meses. uhul /feliz



Já passei por incômodos equivalentes. Mas o pior deles é a dúvida. Por não ter mais a dúvida, vc pode rir! E rir muito! Haha Que layout lindoooo!
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